Análise da demo do game Bayonetta
Bayonetta

Por Rebeca Gliosci. Clique aqui para acessar o blog
Fala, meu povo!
Hoje trago para vocês vídeos demonstrativos da demo de Bayonetta. Lá embaixo vai a minha análise. ;-)
Obs: Reparem que na metade do quarto vídeo, logo depois de morrer e voltar, eu falo algo como “Ooohhh, eu tenho uma katana, nem sei daonde que eu peguei!”. Detalhe que antes disso eu fiquei séculos andando e lutando com a katana, até finalmente reparar que estava portando a mesma. ¬¬
Bom galera, o texto ficou meio grande. Então, senta que lá vem a história…
Em primeiro lugar preciso dizer que adorei o jogo, achei divertido e com certeza vou comprá-lo. Mas quando analiso um game tento ser racional e, separando meu gosto pessoal e analisando racionalmente após jogar a demo, sinceramente não vi motivos para o enorme hype em torno de Bayonetta. Até tive uma conversa longa outro dia com meus amigos Flái e Brunow, que pensam a mesma coisa. O game ganhou nota máxima em alguns dos mais importantes veículos da imprensa especializada e, em vários sites, li análises que o descreviam como “inovador”, “único”, “sensacional”, “maravilhoso”. O game pode ser ótimo e envolvente, mas não tem NADA de inovador, a não ser o fato da personagem utilizar seu cabelo como arma… Opa! Desculpe Sindel, esqueci que você foi a pioneira no quesito capilar.
Bayonetta empresa MUITO de Devil May Cry, o que não acho ruim, pois torna este game tão divertido quanto seu “antecessor”. Mas é por esta mesma razão que acho uma bela forçada chamá-lo de “único” e “inovador”. O estilo de ação frenética, o estilo dos movimentos e golpes, o estilo dos cenários e da câmera, a anatomia dos personagens, o jeito descolado e sarcástico da bruxa (que lembra muito a personalidade de Dante)… Se eu for listar tudo o que é similar demais a DMC, o post ficará loooooongo. Concordo com o que o meu amigo Thy disse outro dia conversando comigo, que o game faz muito bem o que propõe, mas o que não entendo é o porquê de estarem agindo como se fosse algo nunca antes feito, tratando-o como um super game digno de deixar todo mundo pasmo.
Ainda na mesma conversa o Thy falou algo como “Ah, mas se fosse um novo MGS você não estaria reclamando, e os games da série seguem a mesma fórmula desde o primeiro”. Só que há uma diferença primordial em questão: enquanto os MGS são sequências e precisam seguir a fórmula para não perder a identidade da série, Bayonetta é um game completamente novo, o que dá aos desenvolvedores liberdade total para brincar com os elementos e ousar muito mais. Não senti isso no jogo. E, voltando a colocar MGS em comparação, a série sempre foi inovadora em cada sequência. A fórmula é a mesma, mas a cada game foram adicionados elementos diferentes que melhoraram e refinaram a jogabilidade/gameplay, além de enredos complexos e surpreendentes, cheios de referências e pegadinhas. E outra, enquanto desbravava MGS4 eu não me senti como se estivesse jogando um MGS anterior. Já durante a demo de Bayonetta, me senti praticamente jogando Devil May Cry 4.
Segundo o amigo Ryunoken, o meu “anti-hype” é tão apressado quanto o hype. Ele diz que posso estar fazendo uma análise precipitada, já que joguei apenas a demo. Como falei para ele, duvido que o game final vá me surpreender e me fazer mudar de ideia quanto a estas impressões. Mas, quando comprar o jogo e terminá-lo, volto para contar se “paguei com a língua” ou não. hehehe
Enfim, isso é apenas a minha opinião pessoal e respeito as opiniões contrárias. Quem discordar de mim e quiser se manisfestar nos comentários, sinta-se à vontade. xD
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