O Início da Fantasia – Final Fantasy V (parte II)

Final Fantasy V

Cido Coelho
06/01/2010 08:01:00
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por Wesleypires. Clique aqui para conferir o blog
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Um ponto muito forte nesse título é que foi introduzido o primeiro mini-chefe da história, Gilgamesh, um dos comandantes de Exdeath. Ele aparece a partir da metade do jogo, se mostrando um legitimo pé no saco, sempre atrapalhando os heróis. Ele é tão icônico que além de ganhar uma música para ele (“Battle with Gilgamesh”), Gilgamesh figura mais para frente em outros jogos da série, seja como Summon ou inimigo.

Artwork de Gilgamesh. Bonitinho né?!
Artwork de Gilgamesh. Bonitinho né?!
Outro ponto relevante na série, e que também reforçou um legado, que é o conceito de “Super-Chefes”, que são representados por Omega e Shinryuu. Sim, é melhor tremer quando ouvir estes nomes, pois os dois não são um passeio no parque. Porém, para você que não almeja tanta adrenalina, fique tranqüilo, pois eles não são obrigatórios para seguir a história, porém além da conquista pessoal, você ganha alguns prêmios. E graças à aceitação do público (entenda como quiser =D), eles voltaram a aparecer no remake para Game Boy Advanced, melhorados, em uma nova Dungeon. É amigo, nada é fácil nessa vida, muito menos super chefes, principalmente porque mesmo com os status no máximo, eles podem te matar com facilidade, dando um toque a mais de estratégia nas batalhas. Algo que poucos sites e artigos dão ênfase é que no Final Fantasy V veio o primeiro chefe final, que é um corpo só, mas com partes independentes que devem ser vencidas por partes ou todas ao mesmo tempo, dependendo da estratégia do jogador.

Artwork do Omega. Se o vir, corra!
Artwork do Omega. Se o vir, corra!


É HORA DE MÚSICA, SOM NA CAIXA!

Brincadeiras à parte, é tempo de mencionar algumas trilhas presentes no jogo. O fato do ocidente ter ignorado este título até os remakes aparecerem fez com que os jogadores desconhecessem boa parte das músicas. O começo, onde tradicionalmente é alguma adaptação de “Prelude”, somos surpreendidos com a ótima “Ahead on Your Way”, com um clima de aventura bem explícito. Muitos nomes óbvios são mudados, como por exemplo o tema do mapa, normalmente chamado de “Main Theme” desta vez é “Four Valiant Hearts”, outra música cheia de vida, que entra em contraste com outro tema, o “Unknow Lands”, que é o tema do mundo de Galuf. Uma música que me chamou a atenção foi “Cursed Earths”, que toca em algumas cidades danificadas, tendo um som similar à bateria, que guia a música toda, dando um ar bem medonho. Como destaque especial, preciso mencionar “The Last Battle” que toca na última batalha contra Exdeath, que é simplesmente sensacional. Tanto é que a banda The Black Mages fez um arranjo desta e da música tema do Gilgamesh, citada acima. Fica a dica.

Abaixo, mais adendos musicais:

- “Sealed Away

- “Walking the Snowy Mountains

- “Mambo de Chocobo” (Na minha suprema opinião (?!), o melhor tema de Chocobo)

- “My Home, Sweet Home

- “Dear Friends

- “A New Origin

- “The Prelude

Como foi citado anteriormente, Final Fantasy V foi trazido ao ocidente numa compilação de jogos, além de ter sido lançada a sua versão para o GBA. Esta versão, mesmo tendo algumas reduções no som e imagem em virtude do processamento do portátil, incluíram diversos extras. Dentre os extras, estão 4 novas Jobs, uma nova dungeon, versões melhoradas de Shinryuu e Omega, e outro chefe secreto, Enuo, o criador do Void.

Dando um pouco de minha opinião, creio que o jogo é bastante injustiçado e desconhecido por vários. O sistema de classes é bastante útil, e não descaracteriza o personagem, como era feito nos outros jogos que mexiam com múltiplas classes. Porém, é fato que tem habilidades que dependem de certo tempo para ser desenvolvida, e isso desanima quem joga (999 ABP para ter X-Magic é tenso), sem contar que tirando a última parte, os inimigos dão normalmente 2 ou 3 ABP por batalha, quando não dão só um, exceto alguns tipos de formação de inimigos, onde se consegue 8. Porém algumas classes mostram o seu real valor neste jogo, por exemplo o Thief. Aqui vale a pena perder tempo tentando roubar os monstros, pois além de itens, eles podem fornecer armas, equipamentos, acessórios, e alguns fornecem itens únicos e extremamente úteis. Um bom exemplo é Gilgamesh, que fornece os únicos equipamentos Gengi do jogo, em algumas vezes em que o enfrenta.

Outras imagens:







Bom, isso encerra o meu compilado a respeito desta série, e recomendo que joguem, mesmo se achar ainda que RPG de turnos é defasado. Vale pela experiência. Dêem suas opiniões sobre os jogos nos comentários, e aguardem a próxima matéria do jogo que voltei a jogar pela…5 vez (sério!).

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