Em 1995, o mundo conhecia Chrono Trigger! [SNES]

Chrono Trigger (Parte II)

Mauri Link
22/07/2010 08:07:00
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>> Clique aqui para conferir a primeira parte da matéria




Agora vou falar um pouco sobre o enredo, mas vou logo avisando que contém alguns spoilers, embora eu tenha tentado reduzi-los ao mínimo.

A história de Chrono Trigger passa-se num mundo semelhante à Terra, permeado por várias eras, desde a pré-história, passando pela idade média, pelos tempos atuais, até um futuro desolado, no qual se vê destruição por toda parte.




No ano 1000 A.D, conhecemos o jovem Crono, (protagonista silencioso da história, à exemplo de Link, da série Zelda) um jovem corajoso, que está a passeio num grande evento chamado de a Feira do Milênio. Lá ele conhece uma garota chamada Marle. Os dois passam a andar juntos até visitarem a invenção de Lucca, uma jovem amiga de Crono. Eles são convidados a testar o invento. Tudo parece dar certo no início, até que reagindo ao pendante que Marle carrega, a máquina abre um portal que suga ela. Crono apanha a jóia e adentra o portal corajosamente à procura da garota, sem saber o que lhe esperava. E assim tem início uma das maiores e mais divertidas aventuras dos games.

Durante o jogo, Crono visita as mais variadas eras, mas é num futuro destruído, ele descobre o responsável por tamanha destruição, uma criatura chamada de Lavos, que havia despertado no ano de 1999 A.D, trazendo caos e destruição. Do que restou do mundo, humanos e sentinelas robôs lutavam para sobreviver, em meio à migalhas de esperança.




Crono e seus amigos agora se vêem envolvidos com a tarefa de derrotar Lavos e tentar alterar o futuro. Se eles conseguirão? Cabe ao jogador tentar.

Viajando entre as eras

O sistema de batalha era incrível! Além da questão de a batalha ocorrer no próprio mapa, havia ainda a possibilidade dos personagens combinarem suas técnicas em duas, ou mesmo em três combinações, gerando poderosos ataques únicos. Um mais incrível que o outro. Valia a pena testar técnica por técnica, seja pra apreciar a beleza e a diversidade de cada uma, ou pra ver qual se adequava mais ao seu estilo de jogo. Cada personagem usava um tipo de arma diferente, o que ampliava o número de itens do jogo. Que são vários, por sinal. Alguns dos mais poderosos estavam disponíveis em side-quests muito bem trabalhadas, nas quais o jogador desenvolvia um pouco da história de cada personagem. Quem não se lembra da side-quest do reflorestamento? Ou aquela do Frog?




E isso tudo era bem mesclado (essa palavrinha foi usada lá atrás, lembra?) com o bonito gráfico da época. Até hoje em dia é agradável de se ver e jogar. Várias criaturas possuem movimentação, deixando o jogo mais belo ainda. Na batalha era gratificante ver o seu personagem executar seus ataques e golpes especiais. Em jogabilidade, Chrono Trigger também era fera. Ótimos controles, já conhecidos do pessoal que jogava os RPGs de SNES, como Final Fantasy. A mobilidade do personagem enquanto andava pelo mapa era bem fluída. A amigável interface ajudava os jogadores mais novatos que começavam a se aventurar pelos terrenos do RPG do SNES.




Enfim, Chrono Trigger é um grande clássico, tanto é que gerou ports para outras plataformas, como Playstation 1, e mais recentemente, para Nintendo DS. A Squaresoft fez um ótimo trabalho nesse game, tornando-o uma lenda viva.

De fato, Chrono Trigger é um dos jogos preferidos deste escritor. Está empatado em primeiro lugar com outra grande série, Ace Attorney, na minha preferência. Tanto é que já o zerei três vezes. Bom relembrar aquele tempo!

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