Recordar é Jogar – Strike Gunner
Strike Gunner

por wesleypires, clique aqui para conferir o blog

Podemos dizer que somos privilegiados, por poder vivenciar as primeiras gerações dos jogos. Tivemos a chance de jogar títulos fantásticos que foram evoluindo de acordo com a evolução dos consoles.
Porém é sempre bom deixar um espaço para relembrar alguns dos jogos que estiveram presentes na nossa formação como jogadores. Afinal de contas, Recordar é jogar.
E nada melhor para começar esta seção com um título obscuro para alguns, mas que para mim é o melhor Shoot’ em Up (jogo de navinha) cooperativo para o Super Nintendo, que é Strike Gunner, conhecido pro muitos como S.T.G, feito pela Athena - a produtora, não a deusa (Rá!).

Apesar de simples, o jogo possui uma história: No final do século 20, as nações se unem para desativar o seu arsenal nuclear, para se conseguir a paz mundial. Porém como nem tudo são flores, um ditador da Sovênia (hein?!) se aproveita da falta de poderio militar das nações e se alia a um grupo de alienígenas para a conquista global.
Com o poderio bélico debilitado, usaram os últimos recursos para construir na base escondida na Amazônia (!) a arma definitiva contra a ameaça: Strike Gunner. Com o pouco recurso disponível, somente duas naves puderam ser construídas. E claro que uma delas é pilotada por você, e caso esteja cheirando a leite ainda, pode chamar alguém para lhe ajudar nesta empreitada.
O jogo em si é um Shooter vertical, no qual os inimigos “caem” em cima de você, e normalmente atacam em fileiras nas primeiras fases, porém vão aumentando no decorrer do jogo.
Além da sua arma comum, um par de lasers que sofre upgrades, antes de entrar na fase você pode escolher uma das 15 armas secundárias disponíveis.

Há uma variedade boa, como exemplo escudos, mini naves que acoplam à sua nave, mísseis teleguiados, e até mesmo o Mega Beam Cannon, que é um canhão super apelão que gasta toda a sua barra. Vale lembrar que você não poderá escolher a mesma arma na próxima fase, então use o conceito de estratégia para escolher suas armas.
As fases são poucas, porém bastante longas. E as músicas são bem simples, e até se repetem num certo ponto, mas considero um ponto alto desse jogo, pois dá uma ambientação exata.
Se você não está acostumado com o gênero, cuidado, pois em algumas partes a dificuldade é bem aguda, podendo estragar a sua diversão. Portanto recomendo jogar com seu amigo ou irmão, pois com dois jogadores é bem mais divertido.
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