Cheerleaders e robôs gigantes em No More Heroes: Desperate Struggle

No More Heroes: Desperate Struggle

Cido Coelho
02/01/2010 08:01:00
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Daqui menos de um mês sai No More Heroes: Desperate Struggle. O primeiro jogo dividiu opiniões. Tem gente que adora, tem gente que odeia. O segundo jogo traz muitas novidades, amplia o que já era bom no primeiro e corrige alguns erros. Trailers e imagens pela internet revelaram alguns detalhes da história e jogabilidade, e se você perdeu alguma atualização, fique de olho no site oficial. Vale a pena uma visita, principalmente pelo fato do site já ter várias informações engraçadas sobre o jogo, além de ser bem completo.

Mas eu não viria aqui simplesmente pra dizer “visite o site oficial”. Não, porque No More Heroes é um de meus jogos preferidos, e vamos analisar os fatores que tornam Desperate Struggle possivelmente um jogo muito melhor, e uma das maiores bizarrices concebidas pela cabeça do maluco do Suda51.




Mundo aberto

Em uma das primeiras entrevistas desde que foi anunciado Desperate Struggle, Suda51 confirmou que iria trabalhar no mundo aberto, uma das principais reclamações de quem jogou o primeiro No More Heroes, já que a cidade é deserta e quase não há nada pra se fazer nela. Ainda não se sabe se o mundo aberto se tornará mais completo, ou se será completamente substituído por um menu automático que levará Travis aos pontos mais importantes da cidade. A certeza é que não teremos mais que atravessar uma cidade deserta pra chegar até o próximo chefe.




Minigames 8-bits

Outra principal reclamação dos jogadores eram as sidequests, minigames que variavam entre colher cocos, capturar escorpiões e outras inutilidades. Agora, essas sidequests serão minigames em estilo 8-bits, inclusive o treino na academia.

Henry e Shinobu controláveis

Henry, o último chefe do primeiro jogo e irmão de Travis volta como personagem jogável. Não se sabe ainda como será a jogabilidade quando estivermos controlando Henry, mas Shinobu, a colegial espadachim e uma das melhores chefes do primeiro jogo parece adicionar muita variedade, já que é capaz de saltar e atacar à distância com sua técnica especial. Se Travis não fosse tão engraçado, eu diria que deveriam fazer um jogo só com a Shinobu…




50 chefes

Depois do primeiro jogo, Travis ficou três anos afastado, o que o jogou ladeira abaixo no ranking dos melhores assassinos. Começando no rank 51, ele deve derrotar todos os outros assassinos pra ser novamente o número 1. Foi confirmado que enfrentaremos mais de um inimigo ao mesmo tempo em algumas ocasiões, então o jogo não conta com 50 lutas separadas, fora que alguns chefes podem ser mortos da mesma forma que Letz Shake e Dark Star, mas pelo menos Suda51 já confirmou que teremos mais lutas rankeadas do que no primeiro jogo.



Apesar de todas as novidades, o que torna No More Heroes… bem, No More Heroes, são as bizarrices criadas pelo produtor Suda51. Alguns chefes já foram mostrados nos trailers, e incluem um rapper que atira prostitutas em Travis, um Destroyman cibernético (e quem jogou o primeiro jogo sabe que Destroyman é um dos melhores chefes já criados), cheerleaders, robôs gigantes, criancinhas macabras e sabe-se lá o que mais vem pela frente.

Vou repetir, caso você não tenha prestado atenção.

Cheerleaders e robôs gigantes.

Jogo do ano.

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